domingo, 18 de outubro de 2009

Carta de dor

Houve a segunda prisão, tumultuada. Todos ficavam preocupados com Monteiro, que não aceitava de forma alguma o peso da repressão. Honestino escreve uma carta tocante ao pai, pedindo desculpas:

"Eu gostaria de ter as palavras certas para lhe falar agora, aliás eu necessito delas. Mas sei bem que dificilmente eu conseguiria dizer algo que significasse um pouco do que sinto em relação ao que o Sr. sente"

"Reconheço que tem algo de inconsequente: não no ato em si, mas como o fiz e seria desonesto se lhe dissesse mudarei meu modo de pensar. Não isso não haverá e o Sr. bem o sabe."

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