domingo, 4 de outubro de 2009

Amor ao circo

"Quando era criança uma das coisas que mais gostava era o circo. E como demorava haver circos em nossa pequena cidade!
Mas, quando o circo chegava, em meu coração nascia a alegria,a ilusão, a felicidade. Sabia, entretanto, que tudo aquilo era efêmero, e dentre em pouco via-o partir, como sempre..., e triste eu ficava só
Hoje vejo o circo partir
Já não temos mais dramas... já não temos mais risos ou comédias. Ali parou um trapézio, além da apresentação de um palhaço que era riso, baixou-se a máscara e agora é tristeza...
Na vida, quantos circos vejo armando-se, erguendo-se em colorido risonho. Seus mastros, suas lonas, como são belos. E depois lá se vão os circos, os circos da vida. Onde domadores são domados, onde feras indónitas em mansas se transformam. Trapézios oscilam... Já não há redes, já não existem picadeiros, pois circos não existem...
Mas eles sempre aparecem em nossas vidas"
Honestino Guimarães

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