terça-feira, 24 de novembro de 2009

O ataque do Coronel ao nosso blog.

Coronel da Reserva disse...

Caros, estamos monitorando este BLOG. Vocês estão passando da conta... Reproduzo um artigo publicado no Usina das Letras

Enquanto antigos assaltantes são promovidos a ministros (Aloysio Nunes Ferreira, Zé do Caroço, Carlos Minc), a Peste Vermelha continua perseguindo militares que combateram o comunismo no Brasil.

Se fosse na Europa, esses antigos meliantes estariam apodrecendo no xadrez, como ocorreu com seus colegas terroristas do Baaden-Meinhof (Alemanha) e das Brigadas Vermelhas (Itália).

Aqui, porém, os antigos criminosos andam leves e fagueiros, e são alçados a altos cargos na atual república bananeira dos bandidos. E recebem indenizações milionários pelos crimes cometidos, fato único no mundo. E no Brasil ainda se fala em piada de português...

Por trás dessa tramóia satânica está o sebento ministro da inJustiça, o maldito Comissário do Povo Tarso Genro, a quem Bolsonaro devidamente chamou de "terrorista e mentiroso". Olhem só a lógica de Tarso, sinistra e tortuosa como toda cabeça de comuna: "Alguns deles, de boa-fé, dizem que a anistia foi feita para todos, inclusive para os torturadores. Muito bem, se ela foi feita para os torturadores, eles têm de ser julgados, têm de receber uma pena e depois receber a anistia" (Correio Braziliense, 16/5/2008, pg. 8).

Ora, a anistia foi geral e irrestrita. Foi um erro, porque livrou a cara de muito assassino e muito terrorista. Mas tem que ser respeitada, pelos dois lados do combate. Querer trazer a julgamento militares que teriam matado e torturado durante os anos da matraca esquerdista, mesmo que isso seja verdade, é rasgar a Lei da Anistia e atentar contra a democracia. É torturar os autênticos heróis nacionais, já em idade avançada, que deram os melhores anos de sua vida para combater a Peste Vermelha, impedindo que aqui se instalasse uma Cuba de dimensões continentais.

Palavra mágica, essa, a tortura! Como se ela não tivesse sido aplicada pela Peste Vermelha à qual Tarso pertence contra o tenente Alberto Mendes Jr., da polícia de São Paulo, que teve a cabeça destroçada pela coronha de um fuzil, sob as ordens de Lamarca. A tortura que o embusteiro ministro repudia é aplicada diariamente no Brasil, em delegacias de polícia e nas prisões, como provam denúncias periódicas feitas pela ONU. E o que Tarso diz a respeito? Nada. Ou melhor, diz que tudo não passa de mentira. Como a mente de todo comuna funciona à base da mentira, acha que todos também são mentirosos.

Unem-se à trambicagem policialesca da Peste Vermelha do Comissário Tarso a ABI e a OAB - como sempre -, entidades que foram rápidas em pedir o impeachment de Collor, porém não se cansam de endossar o corrupto governo Lula, já que nunca aventaram a hipótese de pedir outro impedimento de um presidente da República. São todos farofa do mesmo tacho, que criticam os governos militares do Brasil, porém não se cansam de apoiar vermes totalitários como o Abutre do Caribe, o "coma andante" Fidel Castro.

Meu total apoio aos coronéis Carlos Alberto Brilhante Ustra e Audir Santos Maciel, por terem combatido com todo o vigor a Peste Vermelha. Parabéns pelo belo trabalho feito! Pena que muitas cabeças, na época, deixaram de rolar. A faxina não foi feita a contento, como se comprova agora. Na próxima oportunidade, Srs. Ustra e Maciel, podem ter certeza de que todas as cabeças da hidra vermelha serão devidamente decepadas, para o bem de toda a nação brasileira!


SheilaCampos disse...

Sabemos que os esquerdistas também sequestraram e torturaram. Em escala infinitamente menor, entretanto...
É importante que retratemos também o outro lado daquele embate. Podemos utilizar suas opiniões, sem distorcê-las, para construir nossa dramaturgia? Autoriza-nos? Obrigada.


Coronel da Reserva disse...

Minha senhora, é lamentável este seu comentário, como é lamentável este BLOG, esta pesquisa, este sei lá o quê. O que a senhora chama de dramaturgia? Autorizar o quê? Não entendo nada disto. Entendo que há uma distorção histórica, um revanchismo. A senhora sabe do que estamos falando? De quanto sangue foi derramado? Equivoca-se nessa asneira de "esquerdistas também sequestraram e torturaram"... Fomos um rolo compressor que passamos por cima da Peste Vermelha. Já vivenciou pisar com o pé direito numa mancha doce e negra de formigas, Foi com este prazer que desmantelamos os aparelhos. Eles sequer nos arranharam. Pesquise mais e melhor. Essa imprecisão histórica me deixa mais tranquilo...

Sérgio Maggio disse...

Coronel, o senhor tem sucessivamente invadido o nosso blog com comentários, por vezes, ameaçadores e agressivos, típicos de quem não quer dialogar. Acolhemos educadamente o seu discurso, mas não dá para aceitar que o senhor desqualifique a nossa companheira, atriz, pesquisadora séria, profissional ética e com fortes sentimentos de justiça social e direitos humanos. Se o senhor quiser continuar tendo um alguma atenção neste blog, respeite as pessoas, em que pese as suas convicções políticas e ideológicas, que nós respeitamos.

2 comentários:

  1. Vocês não aguentam uma pressão. Naquele tempo se caíssem em nossas mãos, se borrariam no primeiro tapa na mesa. Caros, nisto que vocês chamam de democracia, cabe o meu respeito; Vou tratá-lo, digamos, SEM LEVANTAR A VOZ. Mas isso não me impede de vigiar o tempo inteiro este blog, que é público. E cada bobagem postada implicará numa estratégia à altura.

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  2. Agora, mais do que nunca, esta pesquisa é válida e se justifica. Não consigo deixar de ficar chocada com a mentalidade reacionária que muitas pessoas ainda tem, pois esse indivíduo, Coronel da Reserva, não é mais do que um arcabouço dessa mentalidade que acha que vai calar alguém por meio de repressão e de ameaças.
    Vivemos numa democracia, temos o direito de pesquisar e de expôr nossas opiniões. Pessoas que não sabem dialogar não se relacionam, elas impõem, fazem o próximo dar sorrisos amarelos ou se "borrar nas calças". NÓS NÃO VAMOS NOS BORRAR NAS CALÇAS!

    Marina Gregorutti

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